Para os que já estão na estrada ou vão se preparar para um dos eventos mais esperados não só por brasileiros como gringos, nada melhor que algo pratico, rápido, objetivo e refrescante, tudo a ver com o tema e particularmente com o nosso gosto.
Tequila Sunrise
Criado por Gene Sulit entre as décadas de 30 e 40, que trabalhava no bar do Arizona Biltmore Hote, o apreciador de tequilas resolveu misturas tequila com suco de laranja. Viu que apesar de um bom gosto, faltava algo para melhorar não só visivelmente como amenizar o gosto forte da tequila. Foi ai então que acrescentou a granadine bastante gelo e pronto. O nome veio da consequência de cores na bebida que lembram o efeito de sol nascente.
- 1 dose de tequila dourada
- 3 doses de suco de laranja (gelado)
- 1 dash de Grenadine (substituível por Groselha)
- 1 colher de açúcar (ou não. depende do suco de laranja)
Misture tudo com bastante gelo, sirva em um Long Drink e se quiser acrescentar um twist de limão fique a vontade.
Pratico, rápido e com um teor bem elevado, este é o Tequila Sunrise.
Bom Final de semana prolongado a todos e bebam com moderação.
Cheers
Let’s RevoluE
revolue@revolue.com
O preconceito, por pior coisa que possa ser, esta aí. Em quase todos os lugares e em quase todas as pessoas. É claro que existem tipos diferentes de preconceito. A tal “idéia ou conceito formado antecipadamente e sem fundamento” nos cerca o tempo todo. E o cinema, como parte de nossa cultura e sociedade é objeto de preconceito. Aposto que você já ouviu o famoso: “não gosto de filme brasileiro”. Mas tem também o “não gosto de filme americano”. E por aí vai. Coisas idiotas de se dizer e que machucam os ouvidos, mas são repetidas o tempo todo. E por gente esclarecida e que jura não ser preconceituosa.
Os meus grandes ídolos no cinema são cineastas autorais como Buñuel, Bergman e Kubrick. E por isso eu não vou assistir aos filmes americanos ou ditos “comerciais”? Preconceito estúpido que faria apenas uma vítima: eu mesmo. Sendo preconceituoso, me privaria de conhecer coisas novas. Linguagens novas. Sensações novas. Ótimos diretores e atores.
Digo tudo porque senti uma atitude estranha, talvez preconceituosa das ditas “melhores salas de cinema de São Paulo” com o filme “Millennium: Os homens que não amavam as mulheres”, de David Fincher. A grande maioria dos filmes do chamado circuito de arte e independente são lançados entre Cinesesc, Cine Livraria Cultura, Reserva Cultural, Shopping Frei Caneca e Espaço Itaú de cinema( estranho falar assim após tantos anos de Espaço Unibanco de Cinema). São realmente as salas com algumas das melhores programações de cinema do Brasil. Mas achei estranho este filme não ter entrado em cartaz por aqueles lados. Será por que o filme tem grande orçamento? Por que é uma refilmagem? Ou porque é falado em inglês, mesmo se passando na Suécia?
David Fincher é um realizador soberbo. Com apenas trinta e três anos dirigiu “Seven- os sete pecados capitais”, 1995. Filme tenso, pesado. Ainda no final da década de 90 fez “Clube da Luta”, 1999, um dos filmes mais cultuados do final do século XX. Entre outros bons filmes dirigiu “O curioso caso de Benjamin Button”, 2008 e “A rede social”, 2010. Resumindo: é um baita diretor. Abandonou aos poucos o estilo clipado de “Clube da luta”. Mas mudar o estilo é um processo natural de amadurecimento de qualquer diretor de cinema. Ele muda como pessoa , passa a ver a vida de forma diferente, e seu cinema, consequentemente também muda. A mão foi ficando mais leve. É sempre um enorme prazer ver um trabalho realizado por esse sujeito. Tudo no filme funciona. Fotografia, trilha sonora, montagem, os atores. Tudo perfeito. Millennium é uma refilmagem de um filme sueco. Mas acima de tudo, é mais uma vez, um excelente trabalho deste diretor.
Em “Millennium”, os 158 minutos voam. São quase três horas de filme e nenhum momento de tédio. Pelo contrário. E por trás de toda a abundância estética, aparece uma profunda história sobre o poder. Entretém e ensina. E não tem nada de errado nisso.
Quando vi “Seven”, por algum motivo achei que ele se chamava David Fish. Achei graça de o sobrenome do diretor significar “Peixe”. Hoje acho que ele é um dos melhores realizadores da atualidade. David Fincher é um “peixe grande” entre os diretores de cinema.
Uma grande obra, famosa não só pelos artistas que fizeram mas pela localização em que se encontra, teve seu fim.
Para quem circula na região do Vale do Anhangabaú, sentiu por esta manhã a “falta” de um personagem que já fazia parte da rotina de quem passava por ali. Trata-se de: O estrangeiro – criado em 2009 pelos artistas “Os Gêmeos”, o personagem foi apagado pela prefeitura e pelo comentário dos proprios artistas, sem motivo ou aviso.
Os irmão já se comprometeram em desenvolver um novo projeto para substituir o que foi apagado, abaixo uma nota que saiu em seu blog oficial:
“Estamos fora do Brasil e recebemos hoje a noticia sobre a obra apagada no Vale do Anhangabaú. Essa pintura foi um projeto acordado entre o SESC/Prefeitura de São Paulo/Plasticien Volant e nós, realizado em 2009 como parte das comemorações do Ano da França no Brasil e que desde o inicio sabíamos que sua exibição seria temporária, pois o prédio seria demolido.
É realmente triste ver que o “Estrangeiro” se foi…
Mas, pelo amor que temos por São Paulo e pela arte, estamos pensando em uma nova obra permanente para a cidade. Agradecemos o carinho expressado pelas mensagens que recebemos.
-Osgemeos”
“We are currently working outside of Brazil and today received the news about our work on the Vale do Anhangabaú being erased. We knew this was going to happen, this was a project between SESC / Prefeitura de São Paulo/Plasticien Volant and us, realized in 2009 for the “year of France in Brasil”, which was always meant to be temporary since the building was already scheduled to be demolished. It’s truly sad to see the “Stranger” gone…
However, between the love we have for São Paulo and for art, we’re already considering a new permanent work for the city. We appreciate the love through the messages we received today-Osgemeos”
Creditos:
OS GEMEOS – Blog Ofcial
FOTO: LOSTART
Let’s RevoluE
revolue@revolue.com
Devo confessar. Já tive preconceito com “Amor & Sexo”, o programa da Fernanda Lima na TV Globo. E, quando o assunto é sexo, o que há de pior é gente preconceituosa. Mas é que sempre achei a emissora carioca careta demais para dar espaço a uma atração com um tema desses. Não foram poucas as vezes que a rede ensaiou (e até gravou) um beijo gay, por exemplo, e não teve ousadia necessária para colocá-lo no ar.
Mas há de se reconhecer. Fernanda Lima, Léo Jaime e companhia conseguiram o que parecia impossível. Não torça o nariz, meu amigo! Não foi pouco o que “Amor & Sexo” já mostrou numa TV aberta tão popular. Posições sexuais, fetiches, vibradores, transexuais e travestis passaram pela pauta do programa. Abusando do bom humor, a moça tem ido além do que se poderia imaginar. Claro, nem tudo são flores. Boa parte do programa é dedicada a um game show cujo principal objetivo é explorar um pouco da intimidade dos globais.
O melhor mesmo são as externas. Toda desenvolta, Fernanda mostra a que veio, especialmente em matérias internacionais. Ela já distribuiu beijos pelas ruas de Tóquio, procurou um anel de masturbação em Nova York, virou sereia numa “casa para homens” japonesa, pegou a “bicha do cacete” (leia-se fila do pão) e descobriu os prazeres do bigode em Portugal. Assuntos tabus são mostrados de forma leve e nem de longe parecem as velhas consultas psicológicas, com direito a “tira-dúvidas” por telefone.
As emissoras abertas brasileiras — à exceção cheia de méritos da MTV — nunca souberam como falar sobre sexo sem cair no mau gosto. Quando entraram nesta ceara, colocaram sexólogos ou psicólogos pra responder aos telespectadores (desde Marta Suplicy no “TV Mulher” até Laura Müller no “Altas Horas”).
O SBT se arriscou mais. Entre 2006 e 2007, quis criar algo a la Sue Johanson
— a velhinha “sabe-tudo” do GNT— e levou ao ar o “Aprendendo Sobre Sexo”, com Carla Cecarello. A terapeuta até tentou ousar ao ensinar o público do canal fazer sexo anal. Mas aí o “lambuza o ânus, lambuza o dedinho” virou hit na net, acabou editado como funk, transformou-se em chacota e fez a expert sair do ar.
Fernanda tem lambuzado bem mais que o dedinho, dado bastante audiência e, com perdão do trocadilho, gozado de um prestígio inimaginável dentro da Globo. Ponto pra ela! Ponto G!
Fotografar com o celular é divertido pacas. Sacou do bolso, enquadrou, clicou, postou. Está registrado e a posteridade agradece. Ou não. Porque sabe como é: quando as “obras” caem na rede, vixi, coisa horrível, não? Além de o cara perder tempo não-curtindo o momento (já que perde-se mais tempo tentando tirar fotos do que apreciando/vivendo a situação em si), o resultado é, na maioria das vezes, um filme de terror, com aquele monte de imagem desfocada, cheia de cores estranhas, sem luz e granuladas.
Contudo, é claro que se, o sujeito teve um bom trocado pra adquirir um iPhone, a coisa muda de figura, literalmente. Óbvio que não é porque pagou caro que ele terá uma câmera top e fotos idem. Mas se tiver um pouco de noção de estética e enquadramento e saber usar os recursos desse danado e desejado celularzinho da Apple, os cliques ficam bem legais.
O http://instagr.am, aplicativo fotográfico para usuários de iPod e iPhone, deu origem uma criatura bem presente nas redes hoje, o Iphonegrapher, o tal Fotógrafo de Iphone. Depois dele, surgiram na web diversos blogs, comunidades, redes sociais e sites sobre o assunto.
Um exemplo de página bacana é blog http://www.iphoneography.com. Lá, o usuário encontra ótimos textos com reviews de novos aplicativos, onde constam análises bastante criteriosas. Além disso, dá dicas de bons APPs e alerta quando descobre “roubadas virtuais”. Vídeos e links para photosets também são bem freqüentes nos posts.
Já no http://www.flickr.com/groups/takenwithiphone mais de 28 mil membros postam suas fotos tiradas com o celular. São mais de 500 mil imagens upadas.
Outra referência é http://www.mobilephotogroup.com, um coletivo de 11 fotógrafos que dedicam parte do seu trabalho às fotografias com celular. A proposta é boa, mas pecam um pouco na atualização do blog. De qualquer forma, vale o clique nos posts e nos perfis dos caras, onde constam seus respectivos portifólios.
Achei ainda um blog bem interessante nesse novo estilo de captação: http://www.iphonegrapher.ae. Seu autor, Hassan Kiyany, é um sujeito bastante ativo e mantém o endereço atualizadíssimo, bem como seu twitter (@hkiyany), com links para seus excelentes textos e fotos com o aparelho.
Let´s Revolue!
Durante a semana passada Cole Haan lançou o LunarGrand Wingtip. Um sapato com toques do clássicos e com uma pitada dos nossos confortáveis sneakers!! No dia do lançamento foram feitas várias performances na loja aliado a um trabalho de visual merchandising sensacional lógico no foco o LunarGrand do Lunarlon. Não só como uma apresentação de benefícios exclusivos este novo design, o partido também marcou o início oficial da New York Fashion Week. E para aqueles que estão interessados vcs podem encontrar Cole Haan no SoHo em NY.
Let’s RevoluE
revolue@revolue.com
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